AFINAL DE CONTAS, DEPENDÊNCIA QUIMICA TEM CURA?

Apesar dos mais diversos argumentos, a dependência não tem cura, o uso de drogas ou alcoolismo causam pequenas mudanças no cérebro, causando uma necessidade constante, física e psicológica.

O tratamento na Clinica de Recuperação em Goiania ajuda o paciente a reorganizar sua vida longe das drogas e do álcool e, é preciso aceitar que não existe cura, pode parecer duro e difícil aceitar, mas o individuo além de reconhecer que precisa de ajuda, precisa aceitar que a dependência química não tem cura e sim tratamento.

É necessário assimilar que o tratamento não se resume apenas a clínica de reabilitação, intervenção médica, terapêutica, psicológica e farmacológica, mas comportamental, onde o paciente deve ficar atento a tudo que possa despertar desejo ou se envolver em situações que podem levar a antigos hábitos.

A dependência química não tem cura, mas é possível ter uma vida normal, longe do álcool e das drogas, o primeiro ano de reabilitação é crucial para que o tratamento seja um sucesso, mas também não significa que seja um fracasso.

Em resumo, para o dependente químico em recuperação o tratamento será continuo.

O paciente pode e deve ter uma vida saudável, entretanto, deverá controlar certos impulsos ao longo da vida, evitando situações que possam levá-lo a ressuscitar hábitos e gatilhos antigos.

E apesar de alguns afirmarem que a dependência química tem cura, é necessário entender que do ponto médico não há, o que existe é um tratamento eficaz que aborda diversas questões profundas e mudam o comportamento de uma pessoa, através de intervenção médica e psicológica.

Essas reflexões abordadas ao longo do tratamento do dependente químico o afastam das drogas e cria uma resistência para viver em abstinência, ou seja, uma vida sem drogas ou álcool, ao ponto que grupos de apoio sejam suficientes para manter-se limpo.

Embora não haja cura para a dependência química, no momento certo, essa pessoa será capaz de se relacionar, constituir família, trabalhar e ser feliz, pois o tratamento ensina ao indivíduo uma nova forma de viver sem o uso de álcool ou droga.

TIPOS DE INTERNAÇÕES: INTERNAÇÃO VOLUNTÁRIA – INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA E INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

Estima-se que atualmente haja, pelo menos, 25% de usuários de crack, somente nas capitais brasileiras.

Infelizmente, o uso de drogas gera um número assustador de dependentes químicos em todo o país.

E, muitas vezes, essas pessoas não conseguem mais responder por si próprias, havendo a necessidade de uma intervenção para que sejam tratadas.

Uma das maiores preocupações, seja da família, amigos ou do Estado é sobre o tratamento desse dependente químico. Afinal, há dependentes que querem ser tratados, mas há outros que não reconhecem que estão doentes.

Neste último caso, talvez haja necessidade de uma internação involuntária ou compulsória. É para isso que existe a lei nº 10.216/2001 e 13.840/19 que determina a internação do mesmo, ainda que contra a sua vontade.

Portanto, há 3 tipos de internação: Involuntária, Voluntária e Compulsória.

Internação Involuntária

Dá-se contra a vontade do dependente químico. Para realizá-la, o pedido deve ser escrito formalmente por terceiros (familiares ou responsável legal do dependente), junto a Clinica de Recuperação em Goiania.

Depois de escrito, deve-se entregar o pedido à clínica de recuperação, onde será analisado pelo médico psiquiatra. Caso ele apoie a solicitação, o Ministério Público precisa ser informado em até 72 horas.

Isso ocorre porque, caso o dependente faça alegações, a clínica de reabilitação pode ser processada por cárcere privado. Depois de tudo autorizado, o dependente quimico será internado.

Internação Voluntária

Ocorre quando o próprio dependente químico procura por ajuda. Ao querer mudar de vida e/ou reconhecer que as drogas só lhe fazem mal, procurar a Clinica de Recuperação Goiania para avaliação.

Ao autorizar a sua própria internação, o dependente químico precisa assinar um termo de autorização, alegando que ele mesmo optou por esse regime de tratamento.

O término desse tipo de internação pode ocorrer de duas formas:

  • O dependente químico solicita, por escrito, o fim do tratamento;
  • O médico responsável determina, por escrito, o fim do tratamento.

Internação Compulsória

Nesse tipo de internação, não há a necessidade de um familiar pedir autorização. Cabe ao juiz competente determinar a internação através de um pedido formal e por escrito clinicas para dependentes quimicos em goiania.

Para que isso ocorra, um médico especialista deve atestar que o dependente químico não possui domínio de sua condição física e psicológica. Depois de feito o atestado, o juiz checará as credenciais da clínica onde ocorrerá a internação. Ela só poderá ser encerrada com o laudo médico, atestando a capacidade física e mental do dependente.

Embora essas internações sejam dolorosas para a família e amigos, deve-se lembrar de que elas são necessárias para a própria segurança e saúde tanto do dependente químico e como das pessoas de seu convívio.

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